Tendências para RH em 2019

Em janeiro o GPTW promoveu uma pesquisa com diversos profissionais de RH buscando saber quais seriam as tendências da área para esse ano.

Vou resumir o resultado da pesquisa aqui no blog para vocês!

 

Tendência 1 – People Analytics

Medir o que a área de RH entrega sempre foi um desafio, já que muitas ações não possuem correlação direta com o resultado do negócio.  Por exemplo: como medir que o investimento feito na festa de final de ano impactou positivamente a produtividade das pessoas e, consequentemente, o aumento do faturamento?

Por isso, uma tendência para 2019 não é só medir a eficácia e eficiência das ações de Recursos Humanos, mas sim usá-los para atrair talentos e compor equipes mais diversas, com perfis profissionais essenciais para o alcance dos resultados do negócio.

 

Tendência 2 – Employer Branding

A estratégia de Employer Branding, ou seja, de reputação da empresa como marca empregadora, é a segunda tendência apontada na pesquisa.  Segundo a ABRH Brasil, as iniciativas de EB ainda estão tomando forma no Brasil.

A maioria dos RHs ainda está desenhando suas estratégias de EB, com o objetivo de atrair não só os melhores, mas também aqueles que têm maior identificação com a cultura organizacional da companhia e reter talentos.  Na prática isso inclui, por exemplo: trabalhar a imagem da empresa no Linkedin e demais redes sociais, apresentar resultados positivos da empresa interna e externamente, falar dos benefícios oferecidos, divulgar campanhas sociais e demais ações de engajamento.

 

Tendência 3 – Transformação digital

Criar mentalidade digital nos funcionários: esse é a terceira tendência apontada pelos RHs que responderam a pesquisa.  Mas afinal, o que é isso na prática?

Segundo a Época Negócio, em seu artigo “Uma nova mentalidade de transformação digital” o líder digital deve atuar com o objetivo de sustentar investimentos de longo prazo para garantir uma posição de liderança em linha com a sua estratégia do negócio, avaliando modelos baseados em plataformas e ecossistemas digitais, bem como a capacidade analítica da sua organização para transformar informações em valor por meio da Ciência de Dados e Inteligência Artificial. Líderes digitais são visionários quando se trata de fronteiras tecnológicas, mas todas as suas decisões continuam atreladas às prioridades de missão crítica dos seus negócios.

Ou seja, a transformação digital precisa considerar a maturidade da companhia, sua cultura organizacional e começar pela liderança.  Trabalhar de forma visionária e inovadora deve considerar assumir mais riscos e ter uma maior tolerância ao erro.  É papel do RH analisar esse cenário na sua organização e propor um plano de transformação que prepare a empresa a médio e longo prazo.

 

Qual é o seu maior desafio como RH em 2019?  Me responde por Direct lá no Instagram! Basta me seguir: @fabiana.abath.  Te espero lá!

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